sexta-feira, 12 de junho de 2020

CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA: ÉMILE DURKHEIM




A Revolução Francesa e a Revolução Industrial de um lado e o manancial de ideias de vários autores deste período, fomentaram o processo que Intensificou a percepção da consciência da necessidade de se criar novas ideias e valores (novo sistema científico e moral) que se harmonizasse com a ordem industrial e com a lei do progresso, que é uma força implacável, relacionada com a vida coletiva, que é um ser distinto, complexo e irredutível às partes que a compõem. Dessa forma, a vida coletiva passou a ser o objeto da sociologia de Durkheim e seu estudo demandava a utilização do método positivo, apoiado na observação, indução e experimentação, tal como vinham fazendo os cientistas naturais. Durkheim, via na ciência social, uma expressão racional das sociedades modernas.

Apresento, a seguir, a concepção funcionalista Durkheimiana de Sociedade:

https://documentcloud.adobe.com/link/track?uri=urn:aaid:scds:US:6e02b971-e7d0-4b8a-9a72-94b61311f84c

https://documentcloud.adobe.com/link/track?uri=urn:aaid:scds:US:8605b9dd-17de-4c21-bb78-28a03d30780f

Nenhum comentário:

Postar um comentário

CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA: MAX WEBER

A Objetividade do Conhecimento Como é possível, apesar da existência dos valores, alcançar a objetividade nas ciências sociais? É precis...